Programação Rugby na SportTV

Programação Rugby na SportTV
(clique para consultar a programação)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Entrevista Rugby Clube de Viseu ao Jornal do Centro


Carlos Pinto, presidente do Rugby Clube de Viseu



Carlos Pinto é presidente do Rugby Clube de Viseu. Ele, Raul Costa e um grupo de amadores faziam jogos não oficiais desde 2000, mas foi só a 9 de Março do ano passado que se constituíram oficialmente o Clube. Em pouco mais de um ano, captou perto de 70 atletas divididos pela equipa de seniores e equipas do sub-18 até aos sub-14. Dispõe de uma escola para crianças e jovens dos 8 aos 14 anos e aposta numa turma feminina. Treinado por Pedro Prata, já conquistou vários títulos. Recentemente voltou a vencer o Campeonato Nacional de Equipas Emergentes. Carlos Pinto quer “apaixonar os viseenses pelo rugby”.

Como surgiu o Rugby Clube de Viseu?
Eu e um colega de longa data, o Raul Costa decidimos que estavam reunidas as condições para criarmos um clube de rugby em Viseu.
Já conheciam pessoas que praticavam a modalidade em Viseu?
Tivemos um forte apoio da selecção nacional. Mas já tínhamos pessoas que praticavam e sabíamos que íamos ter esse apoio, para termos alguns praticantes na fase inicial, para competirmos em algumas provas.
Onde jogavam?
Um grupo de amigos reunia-se todos os fins-de-semana e jogava rugby onde estão agora a fazer o campo de areia (futebol de praia, no Fontelo). Conseguimos reunir ali um grupo forte que depois veio a fazer parte do Rugby Clube de Viseu.
Como é que se incentivam os jovens a praticarem uma modalidade vista como um desporto violento?
Este ano tivemos um projecto engraçado. Dirigimo-nos a todas as escolas para desfazer um pouco a ideia de que o rugby é violento.
Não é violento?
Não. É violento para as pessoas que estão de fora e não compreendem as regras. Entre nós, dentro do campo, existem uma série de regras e respeitamo-nos uns aos outros. O rugby é o único desporto que tem a terceira parte, onde as duas equipas convivem entre elas.
É obrigatório?
Geralmente. É uma característica que acompanha o rugby há muitos anos. Mas o rugby não é violento, nós costumamos dizer que uma pessoa que nunca jogou rugby, que poderá magoar-se; agora, um jogador que já tem conhecimento das regras, não se magoa. Já tem preparação física à altura e conhecimento de uma série de regras, de uma filosofia do que é a modalidade e o respeito que terá que ter pelos seus colegas e pelo árbitro.
Não há protestos com o árbitro?
Posso garantir. O rugby, para além do desporto, forma homens.
A saberem cumprir regras?
Sim. Ainda há pouco tempo, saiu um artigo sobre os recursos humanos de empresas de advocacia, que viam o rugby como um critério de selecção para admitir novos advogados, porque o consideram como sendo uma modalidade em que a pessoa é capaz de resolver determinados conflitos ou situações em equipa, sem nunca entrar em desespero e conseguir aplicar isso ao mundo do trabalho. O nosso objectivo é tentar criar os valores do rugby nas pessoas e, principalmente, nos jovens.
O treino do rugby exige muita preparação física?
Física e psicológica.
Até onde vai o espírito de família no rugby?
Vai a todos os níveis. Lembro-me de uma situação com uma rapariga, que teve o azar de, nos jogos desportivos organizados pela Câmara [de Viseu] este ano, partir o pé e todas as equipas feminina e masculina, foram ter com a Sara, quando saiu do hospital. Se a Sara sofreu, todos se preocupam e vão ajudar no que for preciso.
Esse espírito de união ajuda a captar os jovens?
As pessoas que entram têm que ter consciência que vão fazer parte de uma equipa e que são todas iguais.
É mais fácil captar rapazes ou raparigas?
As meninas são mais organizadas, têm uma perspectiva diferente da dos rapazes e são mais certinhas. No que toca a captar mais raparigas para a modalidade, às vezes, têm mais sucesso, porque existe uma certa confidencialidade e partilham muito o desporto em comum, o que cria união.
Como foi a adesão?
Fantástica. Em Viseu, o futebol é rei, mas existem determinadas pessoas que querem apostar em modalidades novas e o rugby é um desporto que dá mais possibilidades a pessoas que têm determinadas características, de praticarem um desporto, em que podem ter bons resultados.
O rugby ainda é visto como um desporto de elites para doutores, engenheiros ou estudantes universitários?
Antigamente o rugby, por ser um desporto universitário, só as pessoas que estavam a tirar o curso é que o podiam praticar. Hoje, os clubes estão abertos a todo o tipo de atletas. Hoje o
rugby é para todos.
Treinar num campo relvado facilitava a aquisição de Jovens?
Os seniores que começaram em pelado e que ganharam os emergentes em 2009, não sentem tanto essa diferença, apesar de que, quando lhe damos um campo relvado ficam satisfeitos. Quando estamos a falar da formação – o ponto principal do Rugby Clube de Viseu – torna-se muito complicado para um pai meter uma criança de oito anos a treinar num campo pelado. Estamos a fazer o possível para, em conjunto com a autarquia, conseguir treinar num relvado. Aí sim, se tivermos um campo relvado conseguimos dar mais do rugby à cidade de Viseu. Acho que a autarquia está sensibilizada para esse aspecto e penso que a partir da próxima época desportiva, o Rugby Clube de Viseu possa ter um campo relvado.
O que é vencer o Campeonato Nacional de Emergentes?
É uma prova que o Comité Regional de Rugby do Centro organizou para clubes que querem começar a entrar na parte desportiva nacional. Permite às equipas pouco estruturadas poderem participar com outras equipas que se encontram na mesma situação. Graças a esta competição, têm-se conseguido cativar bastantes clubes. Sem estas competições, provavelmente, o que o Rugby Clube de Viseu conseguiria fazer eram uns jogos amigáveis.
Quantas equipas participam?
Este ano, três equipas.
Têm alguma comparticipação?
Recebemos um subsídio [da Câmara Municipal de Viseu] em que tivemos que fazer uma gestão muito apertada. Temos alguns poucos parceiros bastante bons, que nos têm ajudado nesta fase inicial.
O campeonato nacional ainda está distante?
Temos consciência que ainda não estão reunidas todas as condições para participar num campeonato nacional.
Quem assiste aos jogos?
Na maioria das vezes é a família, a nossa grande claque. Mas já há pessoas que começam a ter conhecimento do rugby e vão ver. Queremos apaixonar os viseenses pelo rugby e estamos a reunir todas as condições para que no próximo ano consigamos fazer uma divulgação a todos os níveis, para que as pessoas tenham conhecimento da modalidade.
Quais são os vosso objectivos?
Precisamos urgentemente de um campo. Depois, vamos falar com os pais e tentar uma aproximação com a direcção, na tentativa de encontrar soluções, para conseguir parcerias que possam apoiar o Rugby Clube de Viseu.


quarta-feira, 7 de julho de 2010

Entrevista - Raul

Depois da fantástica entrevista da Tia Irene, vamos convidar para esta semana, um elemento da direcção do Rugby Clube de Viseu, neste caso o nosso Presidente, Raul Pais da Costa, a direcção que nos permite percorrer este país a jogar rugby, e a representar a cidade de Viseu. Vamos fazer um balanço da época presente, e tentar descortinar a próxima época. Tem a palavra o senhor presidente...

PERFIL
Nome: Raul Pais da Costa
Idade: 27
Posição: Asa
Altura: 1,82
Peso: 83
Clubes: RCV (tudo o resto não interessa)

ENTREVISTA

Blogue Não Oficial do Rugby Em Viseu - Boa tarde! Antes de demais, gostaria que fizesses uma breve apresentação sobre ti.

Raul – tenho 27 anos, sou advogado e, entre outras coisas, gosto muito de desafios e de rugby!! Infelizmente não tenho condições para jogar, por isso no pouco tempo que tenho, tento ajudar na implementação desta modalidade em Viseu.

BNOREV - Quando e porque é que começaste a jogar rugby?

R – Penso que em 1998 ou 1999, durante umas férias de verão na Figueira Foz e influenciado pelo meu amigo Carlos Pinto, comecei a criar alguns laços com o rugby.
Para que eu nunca perdesse essa ligação, contribuiu, de forma determinante, o contacto que tive com dois bons amigos que, na altura, jogavam na AAC, o Monteiro e o Branquinho.

BNOREV - O que é o rugby para ti?

R – Neste momento, é uma verdadeira paixão.

BNOREV – O rugby, mudou algo em ti? Ou mesmo na tua vida e como a encaras no dia-a-dia?

R – Não sei se mudou, mas tenho a certeza que consolidou uma característica que tenho enquanto pessoa. Dificilmente desisto!
O rugby transmite valores muito positivos, na minha opinião é o desporto perfeito para praticar enquanto enfrentamos as dúvidas dos 15/16 anos…

BNOREV - Qual a posição em que sempre sonhaste jogar?

R – Ponta, mas nunca tive características ou qualidade para isso…

BNOREV - Qual foi o jogo mais especial que já jogaste, e porquê?

R – Foi um beach na Costa da Caparica, em que jogamos com uma equipa sénior do Benfica que tinha sido campeã nacional nessa época. Não foi pelo jogo ou pela importância do torneio, que como devem imaginar era muito diminuta, foi, acima de tudo, pelo espírito com que um grupo de amigos com 16 anos enfrentou uma viagem e um desafio completamente novo.

BNOREV – Queres fazer um balanço da primeira época do Rugby Clube de Viseu?

R – Do ponto de vista da direcção, o balanço é muito difícil de fazer. Os jogadores e os resultados que conseguiram são irrepreensíveis. O trabalho e a dedicação dos treinadores foi exemplar, eles foram inexcedíveis.
No entanto, conseguir erguer um projecto, com estas características, é muito difícil. Os obstáculos multiplicam-se a cada dia, no fundo é como jogar contra um clube de uma divisão superior!!!

BNOREV – Que coisas achas que podem mudar para o próximo ano?

R – Espero que muitas… vamos tentar aprender com os erros desta época, vamos ser mais ambiciosos. Vamos tentar encontrar mais pessoas com vontade de ajudar neste desafio. Compatibilizar a vida profissional, a pessoal e o rugby por vezes é difícil, por isso temos que nos unir.

BNOREV – Sendo um clube com um ano apenas, o que alcançamos até aqui foi mais que positivo, achas que há futuro para esta modalidade nesta cidade?

R – Claro!! Não coloco outra possibilidade. A adesão nos escalões mais novos não deixa dúvidas. O Rugby é como a Coca-cola, “Primeiro estranha-se, depois entranha-se”.

BNOREV – Está a chegar a festa final de época, onde todos, pais mães, avós, periquitos tiram os calções do armário e vêem dar uma perninha, podemos contar contigo para espalhar um bocadinho de magia? Que esperas para esse dia?

R – Em princípio sim, vamos ver como está o meu joelho nesse dia…
Espero um dia de convívio, um dia em que os pais se sintam amigos dos filhos, dos amigos do filhos, ect. Um jogo inteiro na 3ª parte...

BNOREV – Na entrevista da semana passada foi convidada uma mãe de uma jogadora, Qual a importância para a direcção, da presença dos pais? E já agora o que achaste da entrevista? Queres tecer algum comentário?

R – Adorei, acho fantástico haver um forte envolvimento dos pais. Os pais são as pessoas que mais sentem os valores do rugby, são os que assistem de perto às reacções dos filhos ao rugby.
Um dos objectivos para a próxima época e estreitar os laços com os pais dos jogadores.

BNOREV – Como já se disse anteriormente, temos apenas um ano, mas já conseguimos ter três equipas, Masculino, Feminino, e sub-16, o futuro obviamente passa pela formação, consegues projectar este clube em 10 anos?

R – Prevejo um clube perfeitamente consolidado, não só em Viseu, mas no mapa do rugby nacional. A aposta na formação deve ser inequívoca, só assim garantimos um futuro sólido.

BNOREV - Qual o teu jogador favorito?

R – Neste momento, Daniel Carter. Também gosto muito da moral do Richie McCaw.

BNOREV - Que dirias a alguém que desconhece este Desporto, para o convencer a vir experimentar?

R – O rugby não entra em conflito com nada. Há um espaço para o rugby em cada pessoa, devemos sempre tentar ocupá-lo.

BNOREV – Uma mensagem para o pessoal do clube…

R – Muito obrigado!

obrigado pelas tuas respostas.

terça-feira, 6 de julho de 2010

As Aventuras do Capitão Protecção!

Agora sim, o primeiro capítulo das aventuras do Capitão Protecção!!
Uma saga que promete, quiçá ser a BD mais lida de todos os tempos!
ORA VEJAM!!!


Para passar o tempo...

Um jogo em flash para treinar o chuto aos postes!



Um jogo em flash com vários níveis e "missões"!



(carregar na imagem para jogar)

domingo, 4 de julho de 2010

Lição de História - O Rugby

História



Uma lenda bem difundida diz que o desporto surgiu de uma jogada irregular do futebol (Football Association), na qual um jogador do colégio de Rugby (situado na cidade inglesa com o mesmo nome, em Warwickshire), de nome William Webb Ellis, teria pegado a bola do jogo com as mãos e seguido com ela até a linha de fundo adversária, em 1823. Contudo, sabe-se que várias formas de jogo com bola existiram pela Europa no século XIX, e que tanto o Rugby Football (o rugby actual que actualmente é controlado pelo IRB) quanto o Football Association (o futebol actual que agora é controlado pela FIFA) tiveram caminhos correlatos, sendo, portanto, dissidências de uma mesma forma de jogar futebol.



Fundação da Football Association



A fundação da Football Association deu-se em 26 de outubro de 1863 com 21 clubes unificando as regras das principais vertentes do futebol da Inglaterra como as de Cambridge, as de Sheffield e as de Rugby, durante quase uma década o futebol e o rugby foram o mesmo desporto.



Divisão de Football Association e formação de Rugby Football Union



Devido a um desentendimento do clube de futebol Blackheath (um dos fundadores da FA) cujo presidente era Francis Maude Campbell, sobre a retirada de 2 regras do futebol pela Football Association (uma era sobre carregar a bola com as mãos, a outra sobre as placagens), em 26 de Janeiro de 1871 numa reunião num restaurante em Londres com representantes de 21 equipas da Inglaterra é fundada a Rugby Football Union, a primeira entidade controladora de desporto no mundo. Algernon Rutter foi eleito o primeiro presidente da RFU e as primeiras leis do desporto foram oficializadas em Junho de 1871.

Primeiro jogo internacional


Selecção de Inglaterra no primeiro jogo internacional de rugby.




O primeiro jogo internacional de rugby foi disputado no Raeburn Place em Andrew's na Escócia a 27 de Março de 1871 entre Escócia e Inglaterra. O jogo foi vencido pela Escócia por 1 penalidade e 1 ensaio contra 1 ensaio da Inglaterra.



Formação da IRFB (International Rugby Football Board)


Jogo entre País de Gales e Nova Zelândia em 1905.




Devido a uma discussão sobre um ensaio entre as seleções da Inglaterra e da Escócia num jogo em 1884, foi criada em 1886 a International Rugby Football Board pela Escócia, Irlanda e País de Gales. A Inglaterra recusou-se a participar na IRFB pelo facto de terem uma quantidade maior de clubes e por não aceitarem o facto da IRFB reger as leis do rugby. A IRFB proibiu os seus membros de organizarem partidas contra a Inglaterra ou contra clubes ingleses até que a RFU aceitasse entrar para IRFB. A Inglaterra só aceitou entrar na IRFB em 1890. Em 1997 a IRFB mudou a sua sede de Londres para Dublin. Em 1998 a entidade passou-se a chamar simplesmente International Rugby Board (IRB).



Desavenças e formação da Rugby League



Devido a desavenças sobre o pagamento de jogadores e profissionalismo do rugby em 29 de Agosto de 1895  num encontro num hotel em Huddersfield, 20 clubes deixaram a RFU e fundaram NRFU (Nothern Rugby Football Union) que em 1922 passaria a se chamar Rugby Football League. O mesmo aconteceu em 1907 com 8 clubes em Sydney na Austrália e foi formada a New South Wales Rugby League. Mais tarde com a autonomia dos 2 códigos desportivos eles começaram a diferenciar-se em relação as regras.



Evolução das regras

O Twickenham Stadium, um dos mais tradicionais estádios de rugby do mundo.





Várias mudanças foram aplicadas ao rugby ao longo do tempo e continuam até hoje.
  • O número de jogadores foi reduzido de 20 para 15 em 1877.
  • O primeiro sistema de contagem de pontos foi feito em 1889. Antes era marcado apenas o ensaio e o pontapé separadamente.
  • O valor do ensaio e da conversão variou ao longo dos anos. Até 1891 o ensaio valia 1 ponto e uma conversão valia 2 pontos. Depois o ensaio passou a valer 2 pontos e a conversão 3. Em 1893 o valor foi trocado e o ensaio passou a valer 3 pontos com a conversão valendo 2 (o valor da conversão mantém-se até hoje). Em 1971 o ensaio passou a valer 4 pontos e em 1992 o ensaio passou a valer 5 pontos.
  • O pontapé de ressalto passou a valer 4 pontos em 1891. Em 1948 passou a valer 3 pontos e mantém-se até hoje.
  • O pontapé de penalidade valia 2 pontos até 1891, depois passou a valer 3 pontos e mantém-se até hoje.
  • Em 1892 foi adotado o formato da bola oval.

Resultados Época 2009/2010

 1 - GD DIREITO

2 - AEIS AGRONOMIA
3 - CDUL
4 - CF OS BELENENSES
5 - AA COIMBRA
6 - SL BENFICA
7 - AEIS TÉCNICO
8 - CDUP
                                                          
CAMPEONATO NACIONAL I DIVISÃO 
1 - CR ARCOS VALDEVEZ
2 - CR ÉVORA
3 - RC LOUSÃ
4 - GDS CASCAIS
5 - VITÓRIA FC
6 - A.RUGBY DA LINHA
7 - AEES AGRÁRIA COIMBRA
8 - AA UTAD

CAMPEONATO NACIONAL  II DIVISO
1 - RC MONTEMOR
2 - CALDAS RC
3 - RC BAIRRADA
4 - RC SANTARÉM
5 - CR FAMALICÃO
6 - A.PRAZER JOGAR RUGBY
7 - RC ELVAS
8 - BELAS RC
9 - RC LOUSÃ "B"
10 - RC LOULÉ
11 - AEFC TECNOLOGIA
12 - GUIMARÃES RUFC
13 - RC OEIRAS
14 - AA THOMAR
15 - BEIRA MAR FCG
16 - AC MARINHENSE





CAMPEONATO NACIONAL SUB-21
1 - CF OS BELENENSES
2 - GD DIREITO
3 - CDUP
4 - CDUL
5 - AA COIMBRA
6 - AEIS TÉCNICO
7 - AEIS AGRONOMIA

CAMPEONATO NACIONAL SUB-18
1 - GD DIREITO
2 - AEIS AGRONOMIA
3 - CDUP
4 - CF OS BELENENSES
5 - GDS CASCAIS
6 - CR TÉCNICO
7 - CR ÉVORA
8 - CDUL
9 - RC MONTEMOR
10 - AA COIMBRA
11 - RC LOUSÃ
12 - VITÓRIA FC
13 - CRAV
14 - ST. JULIANS
15 - RC ELVAS
16 - SL BENFICA
17 - CRU PORTALEGRE
17 - GUIMARÃES RUFC
17 - RC SANTARÉM
20 - A.PRAZER JOGAR
20 - VILAMOURA XV RC
22 - CALDAS RC
23 - RC LOULÉ
24 - BEIRA MAR FCG

CAMPEONATO NACIONAL SUB-16
1 - GD DIREITO
2 - CDUP
3 - AA COIMBRA
4 - CF OS BELENENSES
5 - GDS CASCAIS
6 - CR TÉCNICO
7 - CDUL
8 - AAAIS AGRONOMIA
9 - A.PRAZER JOGAR
10 - CR ÉVORA
11 - RC SANTARÉM
12 - ST. JULIANS
13 - VITÓRIA FC
14 - RC LOUSÃ
15 - CDUP "B"
16 - SL BENFICA
17 - AEES AGRÁRIA COIMBRA
18 - CRAV
19 - RC MONTEMOR






CAMPEONATO NACIONAL FEMININO I DIVISO
1 - CR TÉCNICO
2 - SL BENFICA
3 - CDUP
4 - AEES AGRÁRIA COIMBRA
5 - AAAIS AGRONOMIA


CAMPEONATO NACIONAL FEMININO II DIVISO
1 - CR ARCOS VALDEVEZ
2 - RC LOULÉ
3 - VITÓRIA FC
4 - GDS CASCAIS
5 - RC BAIRRADA
6 - RC SANTARÉM
7 - RC LOUSÃ
8 - RC MONTEMOR


Fonte: FPR

sábado, 3 de julho de 2010

Comunicado da Equipa Sénior

Os atletas da equipa sénior vêm por este meio agradecer todo o apoio dado durante este ano desportivo que está prestes a terminar, nomeadamente:

- Primeiro, uma palavra de agradecimento aos pais, às esposas/namoradas e filhos, por compreenderem a importância do rugby nas nossas vidas;
- Uma palavra para a Direcção do RCV que criou as condições possíveis para a prática de rugby em Viseu;
- Ao Comité de Rugby do Centro por todo o apoio prestado ao RCV, bem como a organização dos Torneios Emergentes, que nos deu a oportunidade de competir;
- A todas as equipas que treinaram e competiram com o RCV, tornando possível aperfeiçoar o nosso jogo;
- Gostaríamos também de agradecer todas as mensagens de incentivo de pessoas e instituições ligadas ao rugby, que foram chegando durante todo o ano.

Sem esquecer claro, aos adeptos que nos têm seguido para todo o lado.

A todos o nosso maior agradecimento.

O capitão da Equipa sénior do RCV

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Entrevista - Tia Irene



Ora bem para a entrevista desta semana, apesar de atrasada, creio que vai ser uma surpresa, no bom sentido, para todos. Porque o Rugby, é muito mais que os jogadores e os treinadores, os pais dos atletas têm também uma importante palavra a dizer, porque só assim se constrói uma família, com TODOS. Chega de palavreado bonito, a entrevistada desta semana é à grande TIA IRENE, para os mais distraídos é a mãe da Quiqui, tem uma presença assídua em alguns treinos e em quase todos os jogos, mais até que alguns jogadores…. Tem a palavra a Tia Irene.

PERFIL
Nome: Irene, Tia Irene
Idade: Não se pergunta a uma mulher…
Posição: Sempre no banco e na bancada, futura jogadora em potencia….
Altura: 1.63m
Peso: Bem constituída
Clubes: RCV


ENTREVISTA

Blogue Não Oficial do Rugby Em Viseu - Boa tarde! Antes de demais, gostaria que fizesse uma breve apresentação sobre si.


Tia Irene – Chamo-me Irene, sou mãe da Francisca, Quiqui como vocês a chamam, sou professora, profissão que me ocupa a maior parte do tempo.

BNOREV – O que acha da sua filha jogar rugby?


TI – Fantástico! È óptimo, pois enquanto está a praticar râguebi não me aborrece e não está sempre a dizer que não tem nada para fazer. Quando ela está no râguebi nasce-lhe uma nova alma, fica mais forte, aguerrida, já não é tão menina cheia de medos e de manias como era.

BNOREV – Sente que o rugby mudou algo positivo/negativo na sua filha?


TI – Sim, a ideia negativa que ela tinha da prática desportiva. A Francisca basicamente tinha medo de praticar desporto, de se expor… O râguebi para ela foi “amor à primeira vista” o que a tornou numa pessoa mais forte, enérgica e mais equilibrada.

BNOREV – Depois de ver a sua filha jogar, ainda acha que o Rugby é um desporto violento, como apregoam as pessoas?

TI – Não, pelo contrário. O râguebi, antes de mais, é um desporto de equipa, cumplicidade, de partilha, de entreajuda e fisicamente é um desporto que exige bastante preparação física (o que é óptimo para as nossas jovens adolescentes ficarem com corpos bonitos e mente sã, ahah).
Também eu tinha uma ideia errada deste desporto e pensava que esta modalidade era bastante violenta (o que muita gente pensa), tendo chegado a confundir com futebol americano. Só agora, depois da Francisca entrar para o râguebi, é que comecei a perceber que apesar de existir bastante contacto físico não é tão violento como imaginava, além disso, é um jogo de estratégia que exige “cabecinha” , que é algo que as nossas meninas têm. :D

BNOREV – Para quando uma equipa de mães a jogar rugby? As veteranas do Rugby Clube de Viseu?

TI - Acho que não… AS mães preferem ver as filhas a jogar .

BNOREV – Sendo uma leiga no que ao rugby diz respeito, mas tem uma opinião a dar, por isso o que achou da prestação da equipa feminina do Rugby Clube de Viseu neste ano de estreia?

TI – Foi muito positiva, as miúdas mostraste ser capazes de ir mais longe apesar de todos os obstáculos que foram aparecendo. Foi uma prestação muito boa onde todas elas cresceram e se consciencializaram da importância de certos valores transmitidos pelo espírito do râguebi.

BNOREV – E já agora o que achou este ano em termos de organização, prestação, etc o ano de estreia do Rugby Clube de Viseu

TI - Não tenho uma opinião definida sobre isso, apenas sei que estão a trabalhar para melhorar clube ainda tão “bebé”.

BNOREV – O que acha que pode ser melhorado para o próximo ano?

TI – Talvez melhorar a organização do clube…

BNOREV – Preparada para jogar, na Festa Final de Época? Já comprou os calções?

TI - Ah que piada! Que piada!!... Estou sempre preparada, mas para acompanhar a equipa. Quanto ao resto logo se vê….

BNOREV – Na condição de mãe de uma das jogadoras do RCV, que diria às mães/pais, que estão reticentes em deixar os filhos/as vir experimentar este desporto magnifico que é o rugby?

TI - Dir-lhes-ia para os deixar experimentar, que é um excelente desporto, que é o desporto da auto-determinação e do respeito. Além disso, fomenta amizades e uniões. O râguebi ensina a vencer, a superar dificuldades. O râguebi une as pessoas.

BNOREV – Sendo Professora, percebe que muita da filosofia do rugby passa por ser uma vertente pedagógica, onde se tenta transmitir certos valores que são usados ao longo da vida, pela sua experiencia como Professora e mãe, sente que a sua filha absorveu esses valores?

TI – Sim, totalmente. Já o afirmei. De facto o râguebi cria laços muito fortes, de amizade, de união. É também uma forma de diversão, e acima de tudo, de educar para os valores.

BNOREV – Quer deixar uma mensagem ao pessoal do clube….

TI - Continuem a promover um bom ambiente de camaradagem entre os jogadores, técnicos, pais…
ACREDITEM no desenvolvimento do râguebi na nossa cidade, transmitindo sempre os valores da lealdade, respeito, disciplina e trabalho em equipa…


obrigado pelas suas respostas.

Saído (do baú) de um conto de fadas!

quinta-feira, 1 de julho de 2010